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DEZ DIAS APÓS OPERAÇÃO, BANDIDOS MANTÊM BASE NO MACIÇO QUE SEPARA COMPLEXO DO ALEMÃO E PENHA

Publicado por: Amanda Escorsin | 7 nov 2025

criminosos seguem atuando e mantêm uma base de observação numa zona de mata ainda pouco controlada

Dez dias após uma grande ofensiva policial na área da Serra da Misericórdia, o maciço de mata que faz a divisória natural entre os conjuntos do Complexo do Alemão e da Penha, criminosos seguem atuando e mantêm uma base de observação em uma zona de mata ainda pouco controlada.

A operação havia mobilizado um forte efetivo para desmantelar a atuação de grupos armados em pontos estratégicos da serra, que servem de cobertura para o tráfico e vigilância das comunidades vizinhas. No entanto, uma nova reportagem constatou que, mesmo com a presença ostensiva das forças de segurança, permaneceram pontos de controle improvisados, com criminosos posicionados no alto da encosta que domina as favelas. Essa posição permite observar o movimento policial e comunitário, segundo moradores e agentes que atuam na região.

A manutenção dessa base indica que, apesar das prisões e mortes decorrentes da operação, a geografia do terreno, mata fechada, caminhos de difícil acesso e visibilidade privilegiada, continua favorecendo o controle local por parte dos criminosos. Além disso, a ocupação persistente sugere fragilidade no pós-operação, com lacunas no monitoramento contínuo da área.

Da redação, com informações de O Globo

Amanda Escorsin

Graduada em Comunicação Social – Jornalismo pelo Centro Universitário de Brasília (UniCeub), Amanda Escorsin atua como editora-chefe no portal Dama do Poder e atuou como Diretora de Redação no portal Lupa Política. A jornalista que se inspira em contar histórias, escolheu a profissão quando tinha 14 anos de idade e tem como suas paixões empreendedorismo, marketing e mundo corporativo.