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“Seriedade não exige subserviência”, diz Lula ao NYT
Publicado por: Amanda Escorsin | 30 jul 2025
Em entrevista ao The New York Times, presidente Lula defende postura firme e soberana diante das pressões dos EUA
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, em entrevista ao The New York Times publicada em 30 de julho de 2025, que o Brasil trata a questão do tarifaço anunciado pelos Estados Unidos com a “máxima seriedade”, mas reforçou que isso não implica submissão: “seriedade não exige subserviência”.
- Lula declarou que o Brasil não negociará como se fosse um país pequeno diante de um país grande, ressaltando que conhece o poder econômico, militar e tecnológico dos EUA, mas isso deve gerar preocupação — não medo.
- A entrevista marcou sua primeira aparição ao NYT em 13 anos.
Contexto da entrevista:
- Em 9 de julho de 2025, o presidente Donald Trump anunciou a aplicação de uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros, alegando injustiças ligadas ao julgamento de Jair Bolsonaro.
- Lula convocou uma reunião de emergência do governo para responder à medida e deixou claro que o Brasil não aceita pressões unilaterais, defendendo soberania e reciprocidade.
- O governo brasileiro articulou respostas diplomáticas e legais, com uma comitiva de senadores nos EUA para tentar negociações, embora senadores tenham classificado como “quase impossível” reverter a decisão unilateral americana.
- Lula também acusou os EUA de tentarem interferir na justiça nacional ao pautar o caso Bolsonaro no conflito tarifário, e reafirmou a independência dos Poderes no Brasil.
Da Redação, com informações da CNN Brasil
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Amanda Escorsin
Amanda Escorsin é jornalista, empresária e fundadora da Rede Damas do Poder. Formada em Comunicação Social – Jornalismo pelo UniCEUB, atua na cobertura de política, empreendedorismo e desenvolvimento institucional. É editora-chefe do Portal Dama do Poder e ex-diretora de redação do Portal Lupa Política. Idealizadora da Rede Damas, lidera um movimento que promove conexões entre mulheres, lideranças, empresas e o poder público, incentivando o empreendedorismo, a comunicação estratégica e o protagonismo feminino.