Foto: Reprodução/KAMCHATKA
Publicado por: Amanda Escorsin | 30 jul 2025
Abalo sísmico sério e alerta global reforçam os riscos naturais nos países costeiros
Em 30 de julho de 2025, foi registrado um terremoto de magnitude 8,8 na costa da Península de Kamchatka, no extremo leste da Rússia, a aproximadamente 119 km de Petropavlovsk‑Kamchatsky, com profundidade estimada em 19–20 km. Este foi o mais forte abalo global desde o terremoto de magnitude 9,1 que atingiu o Japão em 2011.
O tremor provocou tsunami com ondas de 3 a 4 metros de altura alcançando áreas como Severo‑Kurilsk e outras regiões costeiras na Rússia. No Japão, foram emitidos alertas em regiões como Hokkaido e partes do litoral de Honshu, com ondas chegando a 1,3 metros e evacuações de quase 2 milhões de pessoas, incluindo funcionários da usina de Fukushima, que não registrou problemas de radiação.
Nos Estados Unidos, especialmente no Havaí, ocorreram ondas de até 1,7 m e os governos estaduais declararam estado de emergência, com impactos também na Califórnia, Oregon e Washington, onde foram emitidos alertas por correntes perigosas apesar de danos limitados.
Este evento geológico foi atribuído a uma falha de megaterremoto, localizada na zona de subducção entre as placas do Pacífico e Norte-Americana — típica da região do “Anel de Fogo” do Pacífico. É considerada a região mais sísmica do planeta.
Apesar da magnitude extraordinária, não foram reportadas mortes até o momento, apenas ferimentos leves e danos materiais em cidades próximas ao epicentro. Autoridades continuam monitorando e evacuando áreas vulneráveis, alertando sobre possíveis réplicas significativas nas próximas semanas ou meses.
Da Redação, com informações de agências internacionais
Amanda Escorsin é jornalista, empresária e fundadora da Rede Damas do Poder. Formada em Comunicação Social – Jornalismo pelo UniCEUB, atua na cobertura de política, empreendedorismo e desenvolvimento institucional. É editora-chefe do Portal Dama do Poder e ex-diretora de redação do Portal Lupa Política. Idealizadora da Rede Damas, lidera um movimento que promove conexões entre mulheres, lideranças, empresas e o poder público, incentivando o empreendedorismo, a comunicação estratégica e o protagonismo feminino.