Foto: Reprodução/Facebook (Caramelú)

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Anvisa proíbe glitter e folhas de ouro vendidos como comestíveis

Publicado por: Amanda Escorsin | 16 jan 2026

Produtos foram retirados do mercado após identificação de risco à saúde por presença de plástico na composição

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a comercialização de glitter e folhas de ouro vendidos como comestíveis no Brasil. A medida foi adotada após a constatação de que itens comercializados com essa finalidade apresentavam componentes que podem representar risco à saúde, incluindo plástico na composição, segundo informações divulgadas na publicação.

A decisão impacta diretamente o setor de confeitaria, especialmente no uso de elementos decorativos aplicados em bolos, doces, bebidas e sobremesas que costumam ganhar destaque visual nas redes sociais e em eventos.

Por que a Anvisa proibiu

De acordo com o conteúdo divulgado, os produtos eram anunciados como próprios para consumo, porém não atendiam aos requisitos necessários para serem classificados como comestíveis. O principal alerta envolve o risco de ingestão de materiais que não são seguros para o organismo, principalmente quando utilizados em alimentos destinados ao consumo direto.

A Anvisa reforça que itens decorativos só podem ser considerados comestíveis quando possuem registro, regularização e composição permitida, com informações claras ao consumidor.

Atenção para confeiteiros e consumidores

A orientação é que profissionais e consumidores verifiquem com atenção a procedência dos produtos usados na decoração de alimentos. O uso de glitter ou folhas metálicas sem garantia de segurança pode gerar problemas, especialmente quando aplicados em doces para crianças, festas e grandes produções.

Com a proibição, a recomendação é suspender o uso imediato de itens que estejam sob suspeita e buscar alternativas que sejam devidamente regularizadas e identificadas como seguras para consumo.

Mercado deve se adaptar

A medida também deve levar marcas e fornecedores a revisarem seus produtos, embalagens e descrições, para evitar publicidade enganosa e garantir que o consumidor não seja induzido a ingerir substâncias inadequadas.

O caso reacende o debate sobre a popularização de tendências estéticas na confeitaria e a necessidade de fiscalização para assegurar que o visual não ultrapasse os limites da segurança alimentar.

Da Redação

Amanda Escorsin

Amanda Escorsin é jornalista, empresária e fundadora da Rede Damas do Poder. Formada em Comunicação Social – Jornalismo pelo UniCEUB, atua na cobertura de política, empreendedorismo e desenvolvimento institucional. É editora-chefe do Portal Dama do Poder e ex-diretora de redação do Portal Lupa Política. Idealizadora da Rede Damas, lidera um movimento que promove conexões entre mulheres, lideranças, empresas e o poder público, incentivando o empreendedorismo, a comunicação estratégica e o protagonismo feminino.